Tempo do Sol

 Meus medos e traumas

Os meus fantasmas
Nenhuma noite é calma
No silêncio das madrugadas

O sol que demora tanto
Sigo procurando luz
Poeira pelos cantos
O céu em outro tom de azul

E em meus sonhos
Pesadelos tomando conta
Nas paredes rachaduras
Vontades obscuras
Meus medos, meus traumas
Faço desenhos
Crio novas figuras

Enfim, hoje é amanhã
A gente enfrenta, apanha
Planta uma planta
Meia volta e vai embora
Desejando nunca mais sofrer

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